Vendido por HOUSE OF CAJU e entregue por Dafiti
A Bolsa com alça de metal foi pensada e desenvolvida para imprimir a personalidade da Mulher Brasileira.Com fechamento em zíper, ela acompanha duas alças: a de mão, que também pode ser usada no antebraço, e uma transversal regulável (removível).Com metais e forros altamente personalizados enaltecemos ainda mais a Brasilidade.Para agregar ainda mais praticidade contamos com um bolso interno.Dimensões: 25.0cm X 24.0cm X 18.0cm (comprimento, altura, profundidade)Comprimento da alça de mão: 18.5cmAltura da alça de mão: 7.0cmComprimento da alça transversal: 70cm (mínimo) 1,20m (máximo)Cor: ColoridaMaterial: CouroSku: HC11155PTLSOXPeso: 0,70kgA história por trás do nome dessa companheira:"Ângela Aissum tenho 50 anos, sou mãe de dois homenzarrões lindos, profissional de TI e apaixonada por essa vida.Sou uma pessoa bastante inquieta e que procura melhorar sempre. Comecei a trabalhar muito cedo, aos 13 anos como recepcionista de uma imobiliária e registrada aos 14 anos como auxiliar de escritório e desde então eu nunca mais parei e nem pretendo parar tão cedo.Meus pais se divorciaram quando eu tinha 8 anos e dos 9 aos 17 anos fiquei sem ver a minha mãe. Fui criada pelo meu pai que é um fofo lindo, pela minha avó paterna e pela minha tia, irmã do meu pai.Na época eu não sabia que amava tanto a minha mãe e que sentia uma falta dela imensa em minha vida. Minha mãe era brava, linda e com senso de humor meio ácido e me amava de todo o seu coração e eu a ela.Durante esse tempo que fiquei sem vê-la que foi o final da minha infância e começo da adolescência, eu adquiri uma baixa autoestima inacreditável. Eu achava que todos poderiam ser alguém na vida, menos eu. Tive muitos conflitos com essa tia que mencionei anteriormente.Fui seguindo a minha vida, até que aos 17 anos eu reencontrei a minha mãe, e foi como se nunca tivéssemos tido esse hiato em nossas vidas.Mais tarde, aos 21 anos me casei e esse casamento me trouxe uma perspectiva diferente sobre família, filhos, e sobre correr atrás e fazer por mim e pela minha nova família. Tive meu primeiro filho em 1995 aos 22 anos e meu segundo filho em 2004 aos 31 anos. Nesse ínterim, estudei muito, trabalhei muito e conseguimos nossa casa, nosso carro e escolas com bom conteúdo para nossos filhos. Quanto mais eu estudava, mais eu queria progredir e saber mais e mais. Sempre achei que faculdade era só para minhas irmãs, ou para qualquer outra pessoa e não para mim. Quando acordei e percebi que mereço ser conhecedora de tudo o que eu quiser e de tudo que eu me interessar, e que eu mesma coloco os limites e medos em minha cabeça a minha vida acadêmica e profissional deslancharam.Fiquei muito mais próxima a minha mãe, a família em geral e pude me enxergar através dos olhos deles. E através dos meus olhos pude ver que não há tempo ruim para quem quer chegar em algum lugar.No ano de 2010 a minha mãe se tornou uma doente em fase terminal, e fiquei ainda mais próxima a ela. Um dia, enquanto conversávamos de mãos dadas na sala de ultrassom ela me disse assim: Você é a minha filha que além de conhecer o meu corpo (idas constantes a hospitais e clinicas) conhece também a minha alma. Nesse mesmo ano comecei a fazer terapia e me descobri ainda mais. Descobri a falta que senti da minha mãe na infância e adolescência e o motivo da baixa autoestima constante em grande parte da minha vida.Em 2012 ela faleceu enquanto eu fazia uma viagem a trabalho. Foi uma tristeza enorme. Mas, pude sentir que tudo o que eu poderia fazer a ela dado os meus recursos internos e externos eu fiz. Nesse momento senti uma paz enorme e o agir de Deus em nossas vidas.Hoje olho a minha história com o mesmo olhar acolhedor que recebi em minha primeira infância e vejo que em meio ao caos, consegui crescer, estudar, trabalhar em grandes empresas e criar meus meninos perto de mim. O papel de mãe em minha vida, é enorme! O amor que sinto por eles é imenso e sei que a mãe faz uma diferença enorme na formação da personalidade dos filhos. O pai também. Mas nesse caso especifico, falo sobre a figura materna e uma pequena parte da minha vida em que superei meus medos e conflitos internos para me tornar quem sou hoje.PS.: Não posso deixar de mencionar que sempre fui apaixonada por bolsas. Só para vocês terem uma idéia, em um amigo secreto da familia (eu tinha 4 anos de idade e me lembro como se fosse hoje), a minha amiga secreta me deu uma fofolete, enquanto a minha prima havia ganhado uma bolsinha. Eu comecei a chorar dizendo que eu queria a bolsinha, e minha prima queria a fofolete, trocamos! E isso me deu uma alegria enorme! Desde então, nunca mais fiquei sem as bolsas em minha vida."*OBSERVAÇÃO: Cada companheira da House of Caju possui uma história exclusiva, portanto a história acima pertence a companheira desta foto, cada companheira adquirida virá com uma história diferente.
SKU |
HO078ACF45FMW |
Cor |
Verde Água |
Garantia do Fornecedor |
12 Meses |
País de origem |
Brasil |
Avaliação média |
5.00 |
Quantidade de avaliações |
1 |
Tipo de frete: |
Marketplace |